Indivíduos se transformam, dinheiro se move, nações entram em colapso. Mas, e você?

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Frases Que o Seu Influenciador Financeiro Preferido Nunca Dirá!

O Seu Influenciador Financeiro Preferido Nunca Dirá: – criei minha pirâmide financeira (ponzi): meus seguidores!

Vinícius Capucho

Sei que demorei a escrever algo neste humilde site, mas sempre é necessário um tempo para restabelecer as ideias e as informações – principalmente no fim de um ano. Tudo merece uma pausa, um tempo, para reformular e repensar sobre os erros e acertos que todos cometemos ao longo de nossas vidas.

Sempre busco interpretar toda a minha caminhada com uma visão espiritual, Cristã e Católica sobre os meus atos. Para quem leu meu terceiro livro, consegue bem interpretar minhas palavras descritas.

VAMOS AO QUE INTERESSA NESTE INÍCIO DE 2022.

Já inicio minha análise baseada no dado de 03 de janeiro: a *&%$ do consumo continua caindo desenfreadamente ao longo de quase dois anos. Nem o período de festas conseguiu abrir a carteira dos consumidores.

Logo, o consumo americano continua absurdamente estagnado enquanto o índice do S&P 500 (principais empresas americanas) continua sustentando e atingindo topos históricos. Afinal, essas mesmas empresas realmente terão lucros consistentes para mander tais preços de suas stocks?

Outro índice datado de 21 de dezembro, da Universidade de Michigan, já nos informava que as expectativas dos consumidores (Linha Azul Clara) seriam péssimas em comparação com o Preço/Lucro do S&P 500 (Linha Azul Escura).

O Seu Influenciador Financeiro Preferido Nunca Dirá: – ganho mais dinheiro com seus ‘views’ do que com meus investimentos.

Vinícius Capucho

Em 18 de dezembro, a própria legenda já destaca: há sempre uma boa razão para não investir no mercado de ações do USA, neste momento.

Claro que há uma boa razão para não fazer merda, seguindo milhares de influenciadores digitais, no mercado americano: NÃO FICAR NO MEIO DA MERDA.

Observe bem a absoluta ganância baseada nas mesmas empresas que são bombardeadas com notícias positivas em suas redes sociais. Sempre as mesmas, sempre um motivo para comprar sem importar o preço. Redes sociais potencializando a burrice e a ganância da grande maioria dos “investidores”, a nível mundial, causam distorções absurdas nos Preços – antes considerados de extrema importância.

Não se preocupe, quando vier um derretimento completo nestes mercados, o primeiro a perder grande parte do patrimônio por tempo indeterminado, será o indivíduo que mais valoriza seus influenciadores preferidos.

O Seu Influenciador Financeiro Preferido Nunca Dirá: – como investidor, sou um ótimo youtuber!

Vinícius Capucho

Enquanto você segue seu influenciador favorito, ele não te informa que, dependendo do seu investimento, você terá um retorno ridículo (destruído pela inflação) ou majoritariamente negativo por longos, longos anos (como aconteceu em 1999): dependendo da *&$% do ativo que você comprar.

Note na imagem abaixo em que ponto já estamos vivenciando neste exato momento. S&P 500 supervalorizado em 28x.

Assim segue o maior mercado financeiro do mundo, sendo puxado por expectativas lucrativas infinitas sem nenhuma possível recessão sendo temida. Por mais que seu histórico seja sempre crescente ao longo das décadas, houve períodos de profundas recessões que destruiram os patrimônios dos investidores em determinados períodos. Acompanhando a faixa determinada pelas linhas claras, nota-se o topo histórico sendo atingido desde o último século (setas vermelhas).

O que é M2?

M2 é um cálculo da oferta monetária que inclui todos os elementos de M1, bem como “quase-dinheiro”. M1 inclui dinheiro e depósitos à vista, enquanto o M2 (quase dinheiro) se refere a depósitos de poupança, títulos do mercado monetário e outros depósitos a prazo.

Resumindo a imagem abaixo: enquanto o S&P 500 (Linha Vermelha) atinge os máximos índices, o M2 se mantém nas mínimas desde 2007.

Muito dinheiro acumulado no mercado financeiro, pouco dinheiro real.

M2 é uma medida mais ampla da oferta de moeda do que M1, que inclui apenas dinheiro e depósitos à vista. M2 é observado de perto como um indicador da oferta de moeda e da inflação futura, e como uma meta da política monetária do banco central.

O Federal Reserve (FED) zerou seus fundos (balanços), transferindo-os para os mercados financeiros: evitando um colapso imediato nos mercados (Linha Vermelha Variável). Os mercados reagiram e estão sendo sustentados pelo FED: em máximas históricas inacreditáveis (Linha Preta).

Não precisa ser um gênio para entender o que ocorreu em 2008 com a mesma situação.

O Seu Influenciador Financeiro Preferido Nunca Dirá:
– tenho 1 milhão de seguidores: compro alguma merda antes e faço um vídeo. Se 20% deles comprarem essa merda que eu indicar, efetuo a venda e fico rico.

Vinícius Capucho

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Decomposições

NASDAQ COMPOSITE

As divergências no setor de tecnologia são “épicas” e 64% do crescimento anual Nasdaq Composite (COMP.IND) pode ser rastreado em apenas cinco empresas (Microsoft, Apple, NVidia, Alphabet [Google] e Tesla), que correspondem aproximadamente 3.780 pontos de todo Nasdaq (15.630 pontos).

Observe abaixo a inconsistência ao se apegar apenas ao Índice Total do Nasdaq, SP 500 e outros. Os índices gerais se tornam “virtuais”, pois não representam de fato a robustez e solidez do mercado. Ao aprofundarmos em outras empresas, nota-se claramente que a grande maioria delas estão sofrendo quedas em suas ações desde março de 2021, porém, os índices gerais continuam atingindo record e mais record.


Isso ocorre porque o fluxo financeiro está inflando os principais ativos bombardeados pelas mídias sociais: as cinco empresas de tecnologias citadas.

INDICADOR NASDAQ:
REAL VS VIRTUAL

O gráfico abaixo apresenta o Nasdaq Real (VERDE) vs Nasdaq Virtual (VERMELHO).
Caso as cinco, ou seis, principais empresas (MSFT, AAPL, TSLA, FB, GOOG) estivessem com os preços justos de suas ações, ou próximo deles, o Índice Nasdaq estaria em 12.500 pontos.

Conforme os problemas macroeconômicos continuam surgindo em torno da extrema alavancagem financeira, e também do obssessivo comportamento ganancioso dos indivíduos nos mercados, percebe-se que a Linha Verde (Nasdaq Real) vêm decaindo ao longo de 2021. Entretanto, a Linha Vermelha (Nasdaq Virtual) atinge continuamente novas máximas.

Isso faz com que a grande massa atuante nos mercados continuem acreditando fielmente em um mercado forte e na facilidade para ganhar dinheiro.

SPX VS HY

O momento de irracionalidade dos mercados (SP 500, NASDAQ, DOWJONES) sendo demonstrado na Linha Amarela (SPX) está tão absurda, que já descolou completamente neste ano da atual precificação HY (títulos soberanos) Linha Azul (HY).

O que são os títulos high yield (HY)? São títulos de dívidas geralmente emitidos por empresas. Portanto, aplicar em high yield é investir em renda fixa. O diferencial deste produto é o fato de pagar mais juros do que a média das aplicações do segmento. Isso porque é um investimento em que há risco de inadimplência.

Em outras palavras: O mercado (grandes investidores) já estão enxergando uma falta de liquidez monetária na economia (também pelo possível aumento da taxa de juros americanas), fazendo com que haja uma correção no mercado de renda variável e avanço nos investimentos em Renda Fixa.

Dessa forma, há um total descolamento entre os dois índices abaixos, que historicamente sempre tendem a caminhar próximos um do outro. Assim, precificando o SPX em, aproximadamente, 3800 pontos na atual conjuntura.

SPX vs HY

Índice de Consumo vs S&P 500

A imagem à seguir demonstra a embriaguez que a geração atual está vivenciando. O nível alcoólico se compara – ou ultrapassa – a bolha.com em 2000. Existe exatamente a mesma narrativa circulando entre os investidores, mas agora pulverizado de forma abrangente pelas mídias sociais.

São milhares de visões convergindo para um único ponto: disrupção! “Desta vez é diferente” diziam as gerações anteriores quando chegaram no mesmo ponto. A falta de criatividade até nas justificativas que elaboram são facilmente reconhecíveis quando buscamos ler os livros e artigos que relatam as bolhas anteriores.

Sempre a mesma característica: o futuro; os criptoativos; a internet do futuro; a economia virtual em NFTs e Metaverso. Futuro que obviamente não existe. Um dia existirá, mas o preço sempre será convergido pela capacidade produtiva e lucrativa da empresa. Nada justificar o que se passa.

Relação: S&P 500 vs Rendimento de Ganhos Reais

Os ganhos reais (Linha Preta) estão cada vez mais negativos, ou seja, está muito mais difícil e demorado de lucrar alguma coisa nos mercados acionários. Desde 1993, os rendimentos negativos – ou prejuízos – só foram detectados, novamente, em três momentos cruciais que antecederam grandes correções nos mercados.

Anos de 2000 e 2008: as duas maiores correções recentes que o mercado americano vivenciou.

Acredite: Os prejuízos foram dolorosos para os “desavisados”. Em 2022? 2023? Não sei qual a proporção tomará, mas será a maior sangria já vivenciada em quase um século. Uma geração inteira ao longo dos últimos 100 anos está prestes a vez algo terrível em termos de liquidez, prejuízos e abalos financeiros profundos em toda economia.

Retornos do S&P 500 vs Recessões

Tempo Observado: 1871 a 2021

Linha Azul: Preço do S&P 500 supervalorizado.
Linha Preta: Ciclo Ajustado do Preço/Lucro do S&P 500.
Linha Azul Pontilhada: Preço Real do S&P 500 de acordo com os lucros das
empresas.

Conforme sinalizado pelas Setas Vermelhas, o histórico dos topos do S&P 500 sugerem uma forte correção nos mercados, no qual deveria haver uma retração até, aproximadamente, 2050 pontos. Atualmente o S&P obtém 4700 pontos.

Uma correção de ~ 50%.

Tendência de Crescimento

Mais um índice histórico que indica a gravidade da bolha-de-tudo (ao comprar seguindo a multidão), observe: desde 1905, o indivíduo que atuou de maneira irracional e emocional, fatalmente entrou de cabeça em ativos supervalorizados – famosos naquele momento – com uma alta expectativa de lucros rápidos e fantasiosos. Contudo, a tendência de crescimento mediana demonstra que o S&P 500 deveria se corrigir em aproximadamente 2000 pontos. Óbvio que há a distorção potencializada pelo excesso de liquidez gerado pelos Bancos Centrais; pelas redes sociais; por facilidade de acesso aos mercados pelos Smartphones e computadores com o acesso da internet.


O acesso fácil potencializou a entrada de todos nos mercados em qualquer canto do mundo. Porém, os comportamentos individuais emocionais, psicológicos e comportamentais somados com a deterioração educacional, acarretam nestes absurdos vividos.

Preço/Venda vs Bolhas

O índice Preço/Venda (Price/Venda) é uma relação de avaliação que compara os preços das ações de uma empresa com suas receitas. É um indicador do valor que os mercados financeiros colocaram em cada dólar das vendas ou receitas de uma empresa.

Como todos os índices, o índice P / S é mais relevante quando usado para comparar empresas do mesmo setor. Um índice baixo pode indicar que a ação está subvalorizada, enquanto um índice significativamente acima da média pode sugerir uma sobrevalorização. No gráfico abaixo, o P/S de 3.11 ultrapassou todos os limites observados desde 1964.

SUPERVALORIZADO

Absurdos

Linha Azul Escura: Preço atual do S&P 500 quebrando records.
Linha Azul Clara: Expectativa do desempenho do Preço/Lucro do mesmo S&P 500.

Desde 1991 os mercados vivenciaram tamanho absurdo, onde o Preço do S&P é abusivamente maior do que a expectativa de seus lucros – superando a bolha.com. Nestes patamares de Preço/Lucro, o S&P 500 deveria ainda se aproximar no máximo em 3000 pontos.

Bolha dos Banco Central (Federal Reserve)

Abaixo nota-se o momento perigoso que o FED (Banco Central Americano) está ocasionando, ao “normalizar” suas alavancagens monetárias em níveis absurdos jamais vistos, juntamente com a inexpressiva taxa de juros dos Estados Unidos (Linha Preta).

Desde 1955, o FED nunca esteve tão alavancado quanto o momento atual. Observe que, após o mesmo FED iniciar o precesso de desalavancagem, juntamente com o aumento da taxa de juros, os mercados passaram por longas e duras correções.

ALGUMAS consequências: Empobrecimento massivo da população pela perca patrimonial, aumento da taxa de juros que elevam os preços na cadeia produtiva geral e enfraquecimento das moedas dos países subdesenvolvidos pela falta de investimentos por causa da corrida para moeda forte: dólar.

Bubble FED

Valuation vs Recessão Profunda

Particularmente, estes últimos gráficos me deixam um pouco mais preocupados com o futuro da economia mundial. Isso é verificado pelos pontos mais turbulentos da história econômica mundial sinalizados pelas Setas Vermelhas e seus respectivos circulos.

Desde 1929 são observados os momentos de extrema recessão, não só nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. Muitos destes momentos recessivos extremos foram seguidos, ou ocasionados, por grandes problemas geopolíticos (guerras ou rumores de guerras) pois cataclismas econômicos têm o poder de abalar profundamente todas as nações.

Estes cataclismas acarretam diversas dificuldades generalizadas, principalmente nos países emergentes. A perca do valor da moeda local é apenas um dos problemas: considero a “invasão” política, ideológica e social como os principais agentes históricos que as profundas recessões produziram nestes países.

CURIOSIDADE SOBRE O MOMENTO DO MERCADO
APPLE INC.


MAIOR EMPRESA (POR VALOR DE MERCADO) DO MUNDO TEM UMA ALTA DE 12,3% NA SEMANA PASSADA, MESMO APÓS A EMPRESA ALERTAR SOBRE PROBLEMAS GRAVES NA CADEIA DE SUPRIMENTOS; DIMINUINDO A PRODUÇÃO DE IPHONES E IPADS.

ENQUANTO A EMPRESA AUMENTA O VALOR DE MERCADO EM SUAS AÇÕES, A PRÓPRIA EMPRESA DIVULGA QUE ESTÁ PASSANDO POR DIFICULDADES DE PRODUÇÃO.

EM VULGO POPULAR: O CONSTRUTOR TE INFORMA QUE SÓ VAI ENTREGAR A OBRA 5 MESES DEPOIS DO COMBINADO E MESMO ASSIM VOCÊ FAZ QUESTÃO DE PAGAR MAIS POR ISSO.

BELA HORA PARA ESTAR VIVO E PRESENCIAR ESTAS COISAS

Continuação…

Dou-me a liberdade de continuar escrevendo mais um pouco sobre a introdução do post anterior, já que sou livre – ainda – para escrever as palavras que me vêm à mente.

Sobre o Tempo: Ah! Como eram bons os momentos que éramos livres, de fato. Naquele tempo que já não volta mais. Um tempo em que “pensar, falar, escrever e representar” ainda era possível. Um tempo em que a liberdade do ser buscava justificar e representar suas racionalidades baseadas nos sentimentos, nos exemplos e nas experiências e vivívidas. Meninos tornando-se verdadeiramente homens; meninas tornando-se mulheres. A responsabilidade dos atos eram impressos em suas características mais firmes: a verdade personalidade era impressa e apresentada ao mundo. Mundo este que, a passos largos, deixa de existir a cada dia.

Mundo em que as impressões são substituídas por cópias. Cópias em massa; não mais de uma pessoa, mas de uma espécie de “comunidade” sendo programada para agir em conjunto com uma ordem superior. Personalidades, antes estritamente individuais, agora transmutando em características comunitárias. Tentar nadar contra essa maré tornou-se cada vez mais cansativa: uma hora a maré se encarrega de fazer seu papel: absorvendo tudo o que é possível e descartando para as margens tudo o que considerar “imprestável”.

A doce ilusão da liberdade cada vez mais se transformando em lixo. Um lixo notoriamente descartável pela maré fortemente implacável.

Economia Real vs Economia de Nárnia

O tempo é necessário quando nos sentimos em ponto de colapsos. O tempo é um santo remédio que nos mantém em um caminho firme, com os pés no chão. O tempo para escrever também demonstra exatamente isso: não é “só escrever”!

Se o leitor ainda não entende essa capacidade de ‘dar tempo ao tempo’ e continua aguardando ansiosamente pelo “próximo capítulo”, fique sabendo que faz um mal para a própria vida. Existe uma frase sugestiva que sempre me faz refletir:

O tempo é o tempo que se tem!

Porém, nunca me esqueço também que a vida é uma contagem regressiva; e preciso identificar qual o melhor momento para tudo! Momento de pensar; momento de trabalhar; momento de ler; momento de escrever; momento de não fazer absolutamente nada!

Meus momentos são necessários e cruciais para um bom desempenho psicológico, racional e emocional diante de tantas informações absurdas que tenho ler ao estudar – todo santo dia. Caso você ainda não faça algo parecido, sugiro começar a se conhecer melhor.

Começaremos com os últimos dados mais relevantes, que eu considero, sobre macro economia: dívida pública!

Pare de se enganar e achar que isso não importa, ou que não é interessante! Essa dívida é SUA! A própria palavra ‘pública’ indica claramente quem é o devedor: o governo; o povo! A diferença é que, a dívida é paga pela capacidade de produção de um povo, de uma economia. Então, antes de tentar comparar, equivocadamente, o Brasil, a Venezuela, o Suriname e entre outros, com os Estados Unidos e Canadá, pergunte-se primeiro: quais as diferenças gerais da capacidade produção entre os países subdesenvolvidos para os desenvoldidos? É óbvio! A liberdade econômica! Liberdade produtiva! Redução de Impostos! Sistema monetário! Máquina governamental!

Portanto, nota-se a dívida pública dos países chegando – ou ultrapassando – 100% do PIB dos países: Produto Interno Bruto (geração de riqueza de uma nação).

A dívida/PIB  é Chile 33%, Paraguai 33%, Uruguai 73%, Argentina 102%, México 52%, Peru 35%, Brasil 88%, Colômbia 63%. Vejam só, se considerarmos países semelhantes, estamos muito próximos da Argentina!

Se a Dívida/PIB é de 80% isso significa que seria necessário o governo arrecadar 80% de tudo que as empresas e as pessoas produzem de valor durante o ano para quitar essa dívida, em outras palavras, a dívida é igual a 80% de tudo que a sociedade produz de valor todos os anos.

Consequências

Vamos entender isso de forma simples. Os governos dos países não geram riquezas. Todos eles tomam riquezas das empresas e das famílias através de impostos e taxas. Quando os governos gastam mais do que arrecadam isso pode gerar algumas consequências negativas como:

  • aumento da dívida, já que gastam mais do que arrecadam constantemente;
  • aumento dos impostos para que consigam gastar cada vez mais;
  • aumento da inflação, quando o governo resolve adotar medidas equivalentes a “imprimir dinheiro” para pagar suas dívidas sem gerar riquezas.

Resolver os problemas de um país ou de uma família através de dívidas equivale a empurrar o problema para ser resolvido no futuro. No caso de um país, é como jogar o problema para seus filhos e netos que terão de trabalhar mais para pagar mais impostos para conseguirem pagar as dívidas que governos anteriores fizeram.

O governo aumenta a sua dívida vendendo títulos públicos para as pessoas, instituições financeiras e estrangeiros que queiram receber juros no futuro. É uma forma de pedir dinheiro emprestado para a sociedade no presente ao invés de simplesmente tomar o dinheiro da sociedade por meio dos impostos. Os governos pagam suas dívidas cobrando mais impostos ou adotando medidas equivalentes a imprimir dinheiro. Nos dois casos o custo de vida fica mais elevado e temos o aumento da inflação (perda do poder de compra do dinheiro). Para combater a inflação os governos costumam aumentar os juros.

Juros elevados, impostos elevados, pessoas e empresas com menos poder de compra acabam prejudicando o crescimento econômico e consequentemente isso resulta em desvalorização das ações das empresas, pois faturam menos, lucram menos e crescem menos.

Verificar que a dívida pública/PIB dos Estados Unidos superou a dívida no período do grande crash, em 1930, deixa-me um pouco mais apreensivo quanto a situação atual, principalmente pelo fator ‘geração’. As gerações dos últimos 90 anos ainda não passou por nenhuma crise realmente profunda e isso determina o comportamento dos homens ao longo destas décadas. Somente em crises agudas determina a identidade do futuro.

O mercado e o ciclo econômico não se repetem involuntariamente: os sentimentos dos indivíduos se repetem.

SOBRE A INFLAÇÃO

Gráfico simples para demonstrar o que já venho relatando há dois meses: a crescente declaração das empresas ao longo de 2021 que a inflação está afetando os seus rendimentos; suas margens lucrativas. Isso significa que há grande possibilidade de seus lucros estagnarem ou retrair ao longo de 2022. Consequentemente, afetará toda a cadeia de consumo.

PROBABILIDADES

Pela estimativa de Shiller (Linha Azul Escuro): avaliações absolutas por si só apontam para o risco de uma correção, mas os rendimentos reais de crescimento forte e baixo ancoram no curto prazo. De acordo com o histórico de Shiller, estamos entrando em um período de recessão (correção dos mercados) prolongado como verificado em 2000 e 2008.

Reforçando: Ancoram no CURTO PRAZO! Para os “investidores de redes sociais”, vale a pena repensar em indicar qualquer merda aos seus seguidores – caso tenham algum senso de responsabilidade.

VALOR’ É UMA COISA, ‘PREÇO’ É OUTRA

Nota-se claramento que os mercados estão subestimando qualquer tipo de recessão. Basta fechar os olhos e acreditar que está tudo normal, seguindo o grande fluxo. Contudo, os dados não mentem: chegamos a nível record em que o S&P 500 (Linha Azul) não quer mais identificar os ajustes cíclicos econômicos (Linha Preta). Sendo dessa forma, supervalorizam empresas que compõem os mercados de maneira absolutamente exagerada – como se a capacidade lucrativa das mesmas fossem infinitas, independente do consumo.

FALANDO EM CONSUMO

Um indicador sugestivo demonstra-nos a distorção absurda, incoerente, entre as toneladas carregadas por caminhões e o índice S&P 500. Não precisa ser nenhum super economista para perceber que há algo historicamente muito errado entre a economia real vs economia de nárnia (mercados financeiros) que sempre caminharam em conjunto.

E não me venha com a palavra crua: tecnologia. Tecnologia sem consumo de nada adianta para fomentar uma economia real. O que está movimentando a economia de forma deficiente atualmente, são os auxílios governamentais de ‘impressão de dinheiro’ – puramente isso. O motivo real dos benefícios governamentais são: zumbificação em massa dos indivíduos, antes produtivos.

SETOR DE TECNOLOGIA PRECIFICADA

Se, por um lado, o setor de tecnologia está se precificando: convergência do Price-to-book (P/B) – Preço das ações de acordo com a contabilidade das empresas.

Na outra ponta, temos o setor energético extremamente supervalorizado – comparado com a bolha.com de 2000.

Por fim, enquanto o mercado americano, representado majoritariamente pelo S&P 500, se “distancia” do mundo real (Linha Azul Escura) vs (Linha Azul Clara), prefiro manter cautela na compra de ativos de valor compatíveis com seus lucros reais.

O mundo de nárnia, apesar do MetaVerso, ainda continua irreal.

Não se engane, a grande parte do índice S&P 500 está sendo sustentado por menos de 100 empresas. A maior parte das empresas já estão em declínio desde março de 2020.

Relatório Semanal | Sentimento Coletivo

O real sentido da vida deveria condicionar o indivíduo singular ao caminho da formação do caráter pessoal, personalizado, individual e, principalmente, racional. Em sentido completamente oposto, a humanidade absorve sistematicamente as “facilidades” condicionadas pela Engenharia Social massivamente presente no ambiente virtual. A característica da ‘dificuldade intelectual’ se tornou diretamente proporcional ao avanço tecnológico da Inteligência Artificial, cada vez mais presente nas mídias “sociovirtuais”.

O que quero dizer com isso? O relatório abaixo te explica.

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Relatório Semanal | Bolha de “Quase” Tudo!

ENCONTRANDO MOTIVOS PARA MANTER-SE LONGE DE GRANDES EMPRESAS SUPERVALORIZADAS, SEJAM PURAMENTE ESPECULATIVAS OU REALMENTE LUCRATIVAS.

No primeiro gráfico abaixo, permite-nos acompanhar a extrema “ganância” composta no principal mercado do mundo.
Por quê uma crise no mercado americano intefere os outros mercados do mundo? Pelo simples fato de que as principais empresas do mundo também estão listadas nele. Além disso, toda a economia mundial é dirigida em torno do dólar americano devido ao desenvolvimento econômico dos Estados Unidos: arrastando o resto do mundo.

“O mercado financeiro gira em torno da economia, mas a economia não gira em
torno do mercado.”

SIGA AS ANÁLISES DA
ÚLTIMA SEMANA

Abaixo observa-se o histórico do movimento cíclico do mercado americano, ancorado pelo índice S&P 500, no qual se torna nítido o momento extremo de popularidade e ambição entre os indivíduos que atuam neste mercado. Na Linha Rosa indica o movimento do S&P 500 desde 1994. Por outro ângulo, nota-se o movimento cíclico dos mercados em relação à economia real.


Os extremos da bolha (Área Azul) atingiram acima de 0.4 em “desvios de ganhos” relatados pelas empresas que compõem o S&P. Por outro ângulo, a Área Laranja demonstra o momento (quase) exato que estamos agora, onde todas as vezes que houve uma forte queda (correção) no mercado americano.

Ao relacionar o final da Linha Rosa com a Área Laranja, demonstra-nos que o índice S&P 500 ainda poderá alcançar, aproximadamente, 5300 pontos antes que haja uma fortíssima queda nos mercados. Historicamente, verifica-se que foi o momento de uma queda generalizada dos mercados a nível mundial: “Bolha de Tudo”.

CURVAS E RECESSÕES

Outro estudo sobre macro ciclos econômicos nos insere diretamente no período de grandes recessões econômicas atingindo fortemente os mercados financeiros globais. Nota-se claramente que o último pico de inclinação de ALTA ocorreu em Nos últimos 10 anos vêm ocorrendo inclinações cada vez menores, sendo que os mercados estão cada vez mais esticados.

Os círculos vermelhos demonstram os períodos de extrema Baixa no ciclo econômico. Foram exatamente os períodos de maiores quedas nos mercados financeiros.

DESDE 1900

Mais um indicador secular (1900 – 2021) que nos mantém alertas sobre uma possível queda abrupta e prolongada nos mercados. Em tempos que todos se acham os gênios dos mercados, com lucros altos e “seguros” de si, convém-me ter cada mais cautela em relação à minha própria pequena sabedoria.


Grandes e dolorosas correções, em torno de 20 a 30 anos, ocorreram nestes momentos (1930, 1970 e 2000). Parece ser inacreditável, mas desde a última grande correção (2000), estamos nós 20 anos depois acompanhando mais uma extrema alta ciclica dos mercados.


O grande perigo destes extremos significa uma corroção lenta e gradativa de todo o patrimônio aplicado por longos anos. No último estouro da bolha.com, em 2000, inúmemas empresas literalmente faliram, desapareceram, e outras demoraram quase 20 anos para voltar à cotação daquela época.

Reforçando: 20 anos!

PREÇO/VENDA

Índice Price/Sale: A relação preço / venda mostra aos investidores quanto dinheiro eles estão pagando à empresa. Ele usa a capitalização de mercado dividida pelo total de vendas, o que mostra se uma empresa está sobrevalorizada ou subvalorizada. O índice Preço/Vendas é geralmente de 1 para 2. Um índice mais baixo indica ações subvalorizadas e cria uma oportunidade para um investidor investir ou permanecer investido em uma empresa por um longo período.


No gráfico abaixo demonstra que o mercado está sobrevalorizando as empresas absurdamente em quase 3 pontos. O mesmo nível da Bolha.com, em 2000.

POR OUTRO ÂNGULO

Outro índice histórico, desde 1964, que revela a absoluta irracionalidade dos mercados baseado no Price/Sale (P/S). Nos principais períodos de crises e extrema ganância, o P/S não passou de 2.50.

Atualmente o P/S está em 3.07.


No momento, os indivíduos perderam qualquer noção do significado de Preço Justo, Valor, Valuation.


Estão ultrapassando todos os limites em termos de ‘Margem de Segurança’, as quais atribuem racionalidade e preocupação com seu próprio patrimônio. Tudo e nome da ganância, da ambição.

ÍNDICE DE MANUFATURA

Índice que correlaciona a Produção (manufatura) e o S&P 500. Como o próprio subtítulo grifado em vermelho diz:
“O índice de manufatura dos Estados Unidos diminuiu 60.8% em Outubro/2021.


Linha Laranja: índice de manufatura (produção).
Linha Roxa: índice do mercado S&P500.


Obviamente os dois índices estão relacionados entre si e também demonstra que os dois índice ultrapassaram o seu histórico. A Linha Laranja já entrou em processo de diminuição, mas a Linha Roxa continuou sua inclinação.

ALL-TIME HIGHS

Quadrado Azul: quantidade de vezes que o mercado atingiu máximas históricas em um ano.

  • Após a extrema crise de 1929, o mercado americano ficou 24 anos SEM ATINGIR novas máximas.
  • A partir de 1989, o mercado voltou à extrema ganância e atingiu várias altas por longos 10 anos, antes do estouro da Bolha.com (2000). O mesmo está acontecendo desde 2013.

MERCADO VS INFLAÇÃO

Em relação à inflação, o gráfico acima nos informa o comportamento do mercado com dados desde 1905, sob a perspectiva inflacionária. Nota-se que sempre houve uma correção acentuada no S&P (Linha Preta) quando a expectativa – e realidade da alta inflacionária (circulos vermelhos) atingiram a sociedade.


Desta vez, os indivíduos estão literalmente ignorando essa realidade e inflando mais ainda os preços dos ativos. Em verdade, a abundância de crédito pelos Bancos Centrais e facilidade tecnológica, juntamente com o empobrecimento intelectual dos indivíduos, estão alavancando ainda mais todos os mercados: principalmente os criptoativos.

Por isso estão denominando: A Bolha de Tudo!

NOTAS
IMPORTANTES

INFLAÇÃO NA ALEMANHA VOLTANDO A PATAMARES DE 1992
1. CONSUMO CAINDO ABRUPTAMENTE. IMÓVEIS E CARROS DESPENCANDO.
2. MERCADOS (LINHA PRETA) COM ALTA EXTREMA.
  • CHINA ORIENTA CIDADÃOS A ESTOCAR COMIDA;
  • BANCO CENTRAL DA RÚSSIA ALERTA SOBRE CRISE INFLACIONÁRIA GLOBAL NOS ALIMENTOS E ÓLEO. ELES ALERTARAM EM SETEMBRO QUE A SUPER INFLAÇÃO PODE DESENCADEAR UMA CRISE GLOBAL, PRINCIPALMENTE ALIMENTÍCIA.
Relação entre o preço da amônia (vermelho) e o custo de produção da agricultura (branco).
O preço dos alimentos tende a subir absurdamente em algum momento

Relatório Semanal | S&P 500 MACRO!

APRECIE COM UM BOM CAFÉ!

O título “sugestivo” do primeiro gráfico representa o desespero massivo dos indivíduos que atuam no mercado – de forma generalizada: Razões Para Vender!

NÃO VENDA NO DESESPERO!

Se você é um investidor consciente, racional, controlado e consegue interpretar o ambiente nocivo dos mercados, saberá identificar que as notícias são extremamente prejudiciais. Estas induzem a grande massa a seguir o mesmo caminho: quase sempre em direção ao penhasco. Aliás, isso pode até trazer-te um certo conforto, afinal, você acompanhou a maioria e se jogou: quando o ato é coletivo, a dor tende a ser “menor”, certo? Sua responsabilidade e seu sofrimento mental tornou-se praticamente nulo, visto que todos ao seu redor tomaram o mesmo caminho irracional.

A sua culpa – e seu prejuízo – passou a ser aceitável; uma vez que não há como “invejar” um outro alguém que você não viu se “dar bem”.

Faz parte! Este é o típico mesquinho comportamento humano.

O gráfico abaixo demonstra exatamente isso. Todos os pontos vermelhos indicam algum momento de ‘temor’ ou ‘extremo medo’ que fez com que os ansiosos e desesperados por notícias iniciassem à “corrida ao penhasco”Porém, tudo passou! Enquanto muitos seguiram o fluxo do caos e se jogaram de cabeça no belo e finito precipício, outros poucos simplesmente continuaram seguindo suas vidas.

Interpretaram o momento da maneira adequada, racional e individual: muitos acumularam uma quantia em dinheiro para ir às compras: é como ir ao Shopping após o Natal.

IDENTIFICANDO OS PENHASCOS

Novamente, oriento que minha inteção é identificar exatamente o oposto: visualizar o penhasco à frente e manter-me firme aguardando o fluxo se jogar para ir ao shopping evitando o trânsito.

Abaixo: o primeiro índice macroeconômico a ser analisado.

Definições:

1. Índice Econômico Composto (EOCI): Ferramenta estatística que agrupa muitas ações, títulos e diferentes índices manufaturados para criar uma representação do mercado geral ou do desempenho econômico geral. Os índices compostos são usados para conduzir análises de investimento, medir tendências econômicas e prever a atividade do mercado.

2. ISM Manufacturing Index: O índice de manufatura ISM, também conhecido como índice de “gerentes de compras” (PMI), é um indicador mensal da atividade econômica dos EUA com base em uma pesquisa com gerentes de compras em mais de 300 empresas manufatureiras. É considerado um indicador chave do estado da economia dos EUA.

Linha Laranja nos informa, desde 1964, o Índice Econômico Composto dos Estados Unidos (EOCI). Todas as vezes que este índice tocou acima de 50% do ISM Manufacturing Indexlogo em seguida houve uma forte correção (retração) – tanto do do próprio índice econômico, quanto do mercado americano.

Em outubro deste ano registrou-se, aproximadamente, 60% do ISM Manufacturing Index. O S&P 500 (Linha Preta) acompanhou seguidamente (por estimativas de lucros das empresas que o compõe). Historicamente, indica-nos que possívelmente haverá uma correção acentuada no mercado americano.

Não é interessante seguir o fluxo irracional dos indivíduos que atuam no mercado contrariando um histórico de quase seis décadas: muitos deles podem estar seguindo em direção ao penhasco.

Não se desespere! Mantenha-se firme para continuar seu caminho ao shopping.

Outro gráfico intuitivo relacionando os dados do ‘Movimento de Média de 10 meses’ (Linha Azul) com o índice S&P 500 (Linha Preta). Nos últimos 20 anos ficou bem claro que houve uma correção intensa / prolongada do S&P500 quando o mesmo afastou-se de forma mais acentuada em relação ao seu Movimento de Média.

Por outra perspectiva:

Os Retornos Totais de Altos Rendimentos (Linha Azul Claro) estão estagnados desde o fim de 2019. Consequentemente, toda a alta do S&P 500 (Linha Azul Escuro) subsequente está baseada e Crédito: subsídios; rolagem do endividamento e; principlamente, acréscimo absurdo da base monetária pelo FED (Banco Central Americano). De uma maneira bem básica e esdrúxula: O Mercado está sendo alimentado praticamente de forma “artificial”, quase como uma esquema Ponzi.

Agora, vamos ao assunto do momento:

INFLAÇÃO!

O gráfico abaixo demonstra o histórico do S&P 500 (Azul/Vermelho) ao se deparar com a Instabilidade Inflacionária (Linha Preta) nos respectivos períodos (1985 a 2021). Observa-se que todas as vezes que houve uma inflação acima do normal, a partir de ~ 3%, em seguida houve um forte recuo, ou estagnação, do S&P 500.

Em alguns casos, houve forte queda no índice (Vermelho). Lembrando que o aumento expressivo da inflação é fundamentada pela instabilidade econômica geral.

O indivíduo que manteve suas características comportamentais exatamente iguais a grande maioria, sem buscar entender os momentos dos ciclos do mercado, fatalmente acompanhou o grande fluxo do mercado. Obviamente não é proveitoso enxergar o patrimônio investido sendo “corroído” de forma abrupta, porém, ao acompanhar de perto o movimento deste macrociclo, consegue-se ter uma boa gerência sobre os próprios ativos, utilizando o Caixa de forma mais eficaz.

POR FIM

FLUXO CONTRÁRIO AO SENTIMENTO

O Índice do Sentimento do Investidor “Medo & Ambição” demonstra diariamente em qual o sentimento geral o mercado. Utiliza-se de forma mais ao curto/médio prazo para determinar os níveis de ‘medo e ambição’ que os indivíduos atuantes no mercado se encontram.

Ao conseguirmos aprimorar o autocontrole emocional e psicológico de acordo com o ciclo vigente, habituamos o nosso comportamento exatamente no momento oposto ao Sentiment Index. Por vezes nos “torturamos” ao tentar controlar os instintos gananciosos que permeiam o nosso íntimo humano, principalmente pelo fato de que estes ciclos menores demoram semanas ou meses para se cumprirem, deixando-nos a entender que estamos “deixando de ganhar”, ficando para trás, ou até pela incapacidade emocional sobre ansiedade, nervosismo ou angústia de ver o dinheiro apenas ali, parado no ‘Caixa’ da Corretora.

Note que identifiquei os momentos que são mais promissores de efetuar a ‘compra’ dos ativos, podendo gerar um rendimento maior ao longo do tempo investido e, consequentemente, “reduzindo” o Risco intrínseco dos investimentos: com ativos qualitativo.

Relatório Semanal | Indivíduos Insanos

As vezes tenho uma vontade absurda de desistir dos fundamentos básicos e saudáveis que sustentam o conceito de “Mercado” e Economia. Simplesmente se tornou abstrato obter e confiar em uma visão adequada, racional e coerente sobre o movimento lógico deste insano mundo.

Aquelas velhas leis de Newton: Lei da Inércia e a Lei da Ação e Reação simplesmente não existem no âmbito dos mercados. O comportamento humano tornou-se inexplicável, pois sempre há uma justifica individual “coerente” que sustenta toda a base anormal e irracional de uma economia matemática envolvendo oferta, demanda, produção, custo e fluxo.

Definitivamente, nem Adam Smith – pai da economia moderna e considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico – não entenderia a economia atual; ou se internaria em uma clínica psiquiátrica.

SIGA AS ANÁLISES!

ÚLTIMA SEMANA

No gráfico acima nos mostra a Linha Preta que destaca o índice atual do S&P500 muito acima do Preço/Lucro de 20X – aproximadamente 24X. Isso significa que, basicamente, um investidor qualquer só teria o retorno sobre o seu Patrimônio investido em 24 anos com as métricas atuais. Mas que p*#@ está acontecendo? Será que os indivíduos pararam para raciocinar que: em 24 anos, MUITA coisa absurda pode acontecer?

Isso pode significar:

  1. Posso ficar desempregado durante anos e dependerei exclusivamente deste dinheiro investido para sobreviver!
  2. Estou vivenciando um grave problema de saúde comigo – ou em minha família – e preciso urgente das minhas reservas monetárias!
  3. Por causa da Inteligência Artificial (IA), o mundo está passando por uma grave crise massiva de desemprego e não consigo superá-la. (Sim! Em algum momento acontecerá!)
  4. Em 24 anos estarei idoso: e a velhice pode ser cruel para mim, ou para minha família!
  5. Em caso de uma enfermidade, acidente ou incidente, terei condições de manter o tratamento?

Alguns pouquíssimos relapsos de racionalidade que surgem para iluminar os nossos caminhos e nos ajudam a manter os pés no chão: firmes e horizontalmente visíveis.

De forma intuitiva, as linhas: Verde, Azul e Vermelha nos orientam a um retorno mais coerente e plausível de 10 anos, 15 anos e 20 anos, respectivamente.

A imagem acima reflete que: quando a margem de endividamento atingiu picos acima de 50% (Linha Vermelha)houve uma forte correção (queda) do S&P500 nos anos subsequentes (Linha Azul). Devido a crescente liquidez emitida pelos bancos centrais, os indivíduos continuam a depositar sua confiança extrema nas empresas de capital aberto, buscando lucros ainda maiores. O temor de ver o vizinho sempre ganhando uma gorjeta no mercado, o faz crer que também sobrará uma gordura para ele.

Em contrapartida, o índice de BuyBack (empresas que recompram suas ações) atingiram o nível de 80% no mês de setembro, demonstrando maior confiança de seus lucros futuros de acordo com a demanda exigida. Talvez seja um bom sinal, ou talvez seja mais um sinal de que o nível de injeção de capital em suas próprias ações elevem a busca pelos investidores inexperientes.

Acima: mais dados demonstrando como as empresas listadas estão recomprando absurdamente suas ações este ano.

Historicamente, nos últimos 11 anos podemos verificar que elas se comportaram da mesma forma quando houve uma correção mais forte nos mercados (2010, 2014 e 2018).

Ao puxar os pequenos e imaturos investidores para efetuar a compra, inflam os preços dessas ações fazendo que o lucro seja rápido e imediato ao serem realizados pelas próprias empresas – deixando o resto com seus prejuízos a ver navios.

“Busque sempre analisar os fatos e os dados de uma maneira fria, abrangente e racional.”

Outra direção importante a ser notada demonstra os lucros anuais das empresas listadas no S&P 500 e suas revisões nos últimos 20 anos. Observa-se claramente que a Linha Amarela indica que há um decréscimo no índice dos Lucros destas empresas desde 2020. Fatalmente isso será refletido em algum momento, de maneira acentuada, nas ações destas empresas.

Relatório Semanal | Correções Desejadas

Mais indicadores correlacionam as expectativas da realidade vivenciada nos mercados americanos e mundiais. Os mercados asiáticos, Hong Kong e Shanghai, já estão passando por correções prolongadas há quase um ano.

Alibaba, por exemplo, já perdeu 53% do valor de suas ações. Nio – fabricante chinesa de automóveis elétricos e autônomos – perdeu 41% de seu valor de mercado desde janeiro de 2020. Tencent, o maior e mais utilizado portal de serviços de internet da China, também está arcando prejuízos de 42% ao longo deste ano. Estes são apenas três exemplo da correção generalizada que tem ocorrido nos principais mercados asiáticos.

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Intuições Recessivas – Últimos 30 Anos

Abaixo segue algumas informações semanais interessantes que nos fazem refletir um pouco mais do momento que estamos vivendo. Vendas no varejo diminuindo drasticamente nos últimos meses contrariando as expectativas positivistas dos investidores. No artigo anterior, encontrado no menu ‘News [english/português]’ verificou-se muitas distorções acumulativas que indicam uma forte recessão se aproximando: a terceira dos últimos 30 anos.

SIGA OS GRÁFICOS E ENTENDA UM POUCO O QUE HÁ POR VIR, DE ACORDO COM MOMENTOS PASSADOS.

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A Bolha de Tudo

APENAS ESTE POST COM ACESSO LIBERADO PARA DAR UMA PERSPECTIVA DO QUE ESCREVO.

Alguns ainda teimam em dizer e influenciar pessoas com o objetivo de incentivá-las a entrar de cabeça em situações extremamente complexas e arriscadas. Já aconteceu em várias décadas atrás, séculos passados, e em 2020, não ocorreu conforme designado por “poções mágicas” dos Governos e Bancos Centrais – agravando abruptamente o contexto futuro. Estamos cada vez mais à beira de um postergado colapso – não apenas doloroso no curto prazo, mas principalmente no longo prazo.

Relatei isso de forma bem aprofundada no meu segundo livro. Uma lástima observar o que está se aproximando de forma sorreteira e cruel. Infelizmente veremos muitos indivíduos sofrendo depressões profundas; famílias se destruindo por causa dos bens monetários e materiais; uma grande massa empobrecida e desempregada; e por fim, suicídios.

DETALHES COMENTADOS

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Interpretando resumidamente o gráfico acima, logo de frente nos vêm aos olhos a quantidade de records que os mercados americanos vem alcançando de maneira recorrente. A imagem destacada refere-se apenas ao índice S&P 500. O índice Nasdaq tornou-se ainda mais assustador em seus records praticamente diário.

Ao refletimos um pouco mais, inferimos que: assim que o índice extrapolou suas máximas consecutivas, houve nos anos seguintes baixas absolutamente significativas até o ponto de “ruptura” mental, psicológico e comportamental dos indivíduos atuantes nos mercados financeiros. O ponto de cisão dos investidores se torna claro aproximadamente 3 (três) anos após repetidas baixas, que obviamente, os deixaram temerosos sobre o futuro que se aproximava. Ano após ano em novas mínimas, faziam com que aqueles indivíduos começassem a sentir os fortes prejuízos momentâneo em seus patrimônios. A dor vagarosamente foi se apropriando de seu viés positivista: a ganância em medo, o enriquecimento em pobreza, a felicidade em tristeza.

Mesmo que os grandes atuantes nos mercados – hedge funds – compreendam sobre os dilemas da renda variável, manipulando fortemente os mercados, seus clientes, por outro lado, são completamente emotivos e sensíveis aos seus patrimônios deixados em mãos de terceiros. Nesta intenção, os clientes tomam a dianteira – antes, feitas por gestores – em suas decisões irremediáveis e iniciam as vendas generalizadas de suas ações e resgates de seus patrimônios: retirando seus lucros.

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O gráfico acima demonstra bem como a atuação dos domadores dos mercados transformam a distopia em realidade. Em quase todos os casos, os grandes prejuízos são elevados para os indivíduos avulsos, inexperientes e leigos que estão em pleno momento de excitação. Em tempos de records dos índices, repete-se sempre a mesma característica fatídica dos crashs anteriores: qualquer indivíduo, por menos estudo que tenha, está com seu patrimônio alocado nos mercados de ações.

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A demonstração acima da média de 200 dias anuais sem correção forte do índice. Ainda um pouco distante da média do crash em 2000 e já no mesmo nível de 2008. Do ano de 2015 em diante, as máximas estão se acentuando sem correções de forma ainda suave.

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Em 2018 houve uma correção mais prolongada de aproximadamente um ano. Em 2021 ultrapassamos 0.30 e ainda não houve correção no índice de forma “um pouco adequada”.

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Média dos Níveis de Caixa ainda extremamente baixo, indicando que os investidores estão fortemente alocados – comprados. Em outras palavras: Atuantes nos mercados estão gananciosos, com pouca reserva em caixa e supervalorizando muitos ativos – alguns mesmo sem tanto valor agregado.

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Apesar de notas grandes expectativas desproporcionais nos mercados em geral, há ainda algumas poucas alternativas que estão relativamente “descontadas” desde a recessão de 1995: Energia!

Dentre as fontes de matrízes energéticas que mais estão descontadas, destaca-se o Urânio.

Nota: Escreverei sobre a tese do urânio, que já estou comentando em minhas redes sociais desde o início de 2020, em alguma postagem futura.

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Provavelmente ainda tenhamos algumas altas pelo caminho, até 2 (anos), já que o EPS (lucros por ação) está compactuando com isso. Porém, devemos nos atentar como as empresas americanas começarão a sofrer impactos mais acentuados em seus lucros devido ao aumento expressivo dos impostos determinados pelo governo atual.

Isso Não Faz Sentido!

Ao me deparar com os gráficos seguintes, torno-me extremamente cético do quão desproporcional o mercado americano se encontra desde 1987. Aplica-se o discurso máximo, nos momentos atuais, que tudo pode ser justificado pela configuração da globalização atual, com atuação massiva da tecnologia e, principalmente, da Inteligência Artificial [IA] – não deixando de fora também a eficaz expansão logística e informativa na qual vivemos. Por outro lado, números sempre foram números, determinando a coerência – ou não – dos ganhos e perdas ao longo dos anos, décadas e séculos. Vou deixar apenas uma imagem – das muitas no restante do conteúdo – bastante intuitiva do momento frenético, excitante que estamos vivendo e explanar detalhadamente os próximos gráficos sensacionais a seguir.

S&P500 contabilizando retorno de 29x em 2021. Na prática, de maneira simples e resumida para o entendimento: Você aplicou $100.00 e só terá o retorno sobre o mesmo valor em 29 anos. Em 1999/2000, no estouro da bolha.com, o Risco x Retorno era expressivamente alto e não compensava o período temporal de aproximadamente 36x. Não vou adentrar nos detalhes especulativos daquele momento para não tornar o post muito cansativo, mas deixarei um link no final para os curiosos.

OBSERVE as próximas imagens INCRÍVEIS com algumas ANÁLISES pessoais sobre os possíveis fundos.

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Histórico de Valor e Indicação de Recessão Profunda

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Na imagem acima apresenta-nos apenas a revisão sobre Valor atual, Expectativas de Retorno e Alavancagem totalmente longe da racionalidade dos investidores. Não cabe a mim, neste momento, ficar fazendo abordagens tão conceituais sobre o tema, apenas apresento para o assinante nos gráficos a seguir o quanto o comportamento dos indivíduos atuantes nos mercados estão extrapolando suas perspectivas sobre o futuro da economia mundial. Estamos claramente vivendo um princípio de recessão profunda que ainda está sendo magnífica mente maquiado por instituições governamentais.

Ressalto sempre a mesma ideia de obter ativos ainda subvalorizados e com preços muito abaixo do que esperam. A grande vantagem dessa estratégia totalmente coerente, é que: mesmo com recessoes mais abrangentes, continua-se comprando ativos (negócios) com preços consideravelmente abaixo das expectativas do mercado.

Vale muito a pena a leitura e interpretação pessoal dos gráficos abaixo. Meu intuito é sempre levar o assinante a realidade macroeconômica e observação constante sobre a importância absoluta do Valor Justo.

LUCRO, ALAVANCAGEM E RECESSÃO

Segue mais gráficos históricos e atualizados intuitivos e fáceis de Interpretação sobre o assunto e também minha visão comportamental e realística do que estamos vivenciando.

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