Moedas São Apenas Nomes!

O dólar não vai morrer, pelo contrário, vai se fortalecer! A economia global está atrelada ao dólar porque a economia americana é a mais LIVRE, produtiva e transparente do mundo. Não importa se é Dólar, Real, Yuan, Ruble, Libra, Peso, Bitcoin ou qualquer outra “moeda”. O que mantém a relação entre moedas em “forte vs fraco” é o fator de PRODUTIVIDADE, LIBERDADE ECONÔMICA, SOCIAL e TRANSPARÊNCIA.

Tente ser um empreendedor na Venezuela, Bolívia, Argentina, China, Coreia do Norte, Rússia, Nigéria, Congo, Cuba, Laos, Nicarágua, Etiópia e tantos outros países reguladores. Se você não fracassar, vai ser extremamente taxado e sufocado pelo Estado (governo). Este entendimento torna qualquer empreendedor/investidor absolutamente limitado, logo, a “moeda” específica se mantém limitada.

O contrário: em países economicamente e socialmente livres, a moeda se fortalece exatamente por causa da liberdade social intrínseca; impostos mínimos; Estado Mínimo e TRANSPARÊNCIA econômica. A produtividade é o resultado deste processo.

A “moeda” chamada dólar pode “morrer”? Talvez. Caso, em algum momento, os cidadãos americanos deixarem de produzir; caso a economia americana se tornar extremamente regulada; caso as empresas optarem por produzir massivamente em outro país.

Mas, para onde irão tantos empreendedores e mentes brilhantes? Para países autoritários e completamente reguladores dos indivíduos? Ou para países majoritariamente corruptos, inflacionados, ou violentos? Creio que não.

Veja a valorização do Dólar x Peso Argentino em apenas 1 (um) ano: 21%

O que mudou? A liberdade econômica e social dos indivíduos, além da transparência do governo argentino. O Estado está cada vez mais incisivo, não só na economia, mas nas questões sociais dos argentinos, limitando também suas características individuais produtivas, inovadoras e empreendedoras. O fluxo monetário foge rapidamente da Argentina em direção à LIBERDADE, PRODUTIVIDADE e TRANSPARÊNCIA.

Logo, por que existe tantas teorias sobre a queda do dólar? Porque pouquíssimos indivíduos buscam compreender fatores macroeconômicos envolvendo os indivíduos singulares: respeitando suas liberdades individuais; suas propriedades intelectuais, materiais e territoriais; e taxando minimamente sua produtividade.

Esqueça o nome da moeda: seja Bitcoin, Dólar, Euro, Libra, Ruble, Peso, Yuan, Real. Isso é apenas um nome! O que está atrás deste nome realmente importa.

Indivíduos socialmente e economicamente livres; transparência estatal máxima e interferência mínima.

Se os Estados Unidos mudarem o nome de ‘dólar’ para ‘baruel’, certamente o ‘baruel’ será a moeda fiduciária mais valorizada do mundo.

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