A Bolha de Tudo

APENAS ESTE POST COM ACESSO LIBERADO PARA DAR UMA PERSPECTIVA DO QUE ESCREVO.

Alguns ainda teimam em dizer e influenciar pessoas com o objetivo de incentivá-las a entrar de cabeça em situações extremamente complexas e arriscadas. Já aconteceu em várias décadas atrás, séculos passados, e em 2020, não ocorreu conforme designado por “poções mágicas” dos Governos e Bancos Centrais – agravando abruptamente o contexto futuro. Estamos cada vez mais à beira de um postergado colapso – não apenas doloroso no curto prazo, mas principalmente no longo prazo.

Relatei isso de forma bem aprofundada no meu segundo livro. Uma lástima observar o que está se aproximando de forma sorreteira e cruel. Infelizmente veremos muitos indivíduos sofrendo depressões profundas; famílias se destruindo por causa dos bens monetários e materiais; uma grande massa empobrecida e desempregada; e por fim, suicídios.

DETALHES COMENTADOS

Interpretando resumidamente o gráfico acima, logo de frente nos vêm aos olhos a quantidade de records que os mercados americanos vem alcançando de maneira recorrente. A imagem destacada refere-se apenas ao índice S&P 500. O índice Nasdaq tornou-se ainda mais assustador em seus records praticamente diário.

Ao refletimos um pouco mais, inferimos que: assim que o índice extrapolou suas máximas consecutivas, houve nos anos seguintes baixas absolutamente significativas até o ponto de “ruptura” mental, psicológico e comportamental dos indivíduos atuantes nos mercados financeiros. O ponto de cisão dos investidores se torna claro aproximadamente 3 (três) anos após repetidas baixas, que obviamente, os deixaram temerosos sobre o futuro que se aproximava. Ano após ano em novas mínimas, faziam com que aqueles indivíduos começassem a sentir os fortes prejuízos momentâneo em seus patrimônios. A dor vagarosamente foi se apropriando de seu viés positivista: a ganância em medo, o enriquecimento em pobreza, a felicidade em tristeza.

Mesmo que os grandes atuantes nos mercados – hedge funds – compreendam sobre os dilemas da renda variável, manipulando fortemente os mercados, seus clientes, por outro lado, são completamente emotivos e sensíveis aos seus patrimônios deixados em mãos de terceiros. Nesta intenção, os clientes tomam a dianteira – antes, feitas por gestores – em suas decisões irremediáveis e iniciam as vendas generalizadas de suas ações e resgates de seus patrimônios: retirando seus lucros.

O gráfico acima demonstra bem como a atuação dos domadores dos mercados transformam a distopia em realidade. Em quase todos os casos, os grandes prejuízos são elevados para os indivíduos avulsos, inexperientes e leigos que estão em pleno momento de excitação. Em tempos de records dos índices, repete-se sempre a mesma característica fatídica dos crashs anteriores: qualquer indivíduo, por menos estudo que tenha, está com seu patrimônio alocado nos mercados de ações.

A demonstração acima da média de 200 dias anuais sem correção forte do índice. Ainda um pouco distante da média do crash em 2000 e já no mesmo nível de 2008. Do ano de 2015 em diante, as máximas estão se acentuando sem correções de forma ainda suave.

Em 2018 houve uma correção mais prolongada de aproximadamente um ano. Em 2021 ultrapassamos 0.30 e ainda não houve correção no índice de forma “um pouco adequada”.

Média dos Níveis de Caixa ainda extremamente baixo, indicando que os investidores estão fortemente alocados – comprados. Em outras palavras: Atuantes nos mercados estão gananciosos, com pouca reserva em caixa e supervalorizando muitos ativos – alguns mesmo sem tanto valor agregado.

Apesar de notas grandes expectativas desproporcionais nos mercados em geral, há ainda algumas poucas alternativas que estão relativamente “descontadas” desde a recessão de 1995: Energia!

Dentre as fontes de matrízes energéticas que mais estão descontadas, destaca-se o Urânio.

Nota: Escreverei sobre a tese do urânio, que já estou comentando em minhas redes sociais desde o início de 2020, em alguma postagem futura.

Provavelmente ainda tenhamos algumas altas pelo caminho, até 2 (anos), já que o EPS (lucros por ação) está compactuando com isso. Porém, devemos nos atentar como as empresas americanas começarão a sofrer impactos mais acentuados em seus lucros devido ao aumento expressivo dos impostos determinados pelo governo atual.

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