Economia Comportamental .1

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INTRODUÇÃO

A ECONOMIA GOVERNALMENTAL É BASEADA NA ECONOMIA COMPORTALMENTAL DOS INDIVÍDUOS QUE ESTÃO NO PODER

Nosso comportamento econômico é baseado em práticas constantes desde a educação básica. Aliás, nunca fomos educados neste sentido de fato.

Estamos enterrados em uma cultura bizarra do esquecimento das realidades que já vivemos, principalmente, nos 15 anos para trás. Particularmente, eu não sei se essa é a tendência do brasileiro, mas se torna cansativo reviver as mesmas experiências passadas mesmo com o passar dos anos. Me sinto em um deja vu temporal de médio prazo.

As mesmas relações são repassadas às pessoas de forma sucintamente com palavras ou descrições amenas. Podemos citar como exemplo:
1. A criação das notas de R$ 200,00 são apenas por falta do dinheiro em papel;
2. Estamos vivendo um breve momento ruim na economia. Logo a inflação vai se normalizar.;
3. A taxa de desemprego é passageira e vamos estimular a economia para reverter esse cenário;
4. Os benefícios sociais são necessários para a erradicação da pobreza;
5. Estímulos econômicos governamentais precisam ser levados aos pequenos e médios empresários para o fomento da economia.

NÃO!

Esses exemplos citados são apenas frases prontas e recorrentes utilizadas ao longo dos anos e anos por indivíduos que também não tiveram uma base de estudo e raciocínio lógico sobre economia comportamental durante sua formação intelectual. Basta fazer uma reflexão simples: Você já teve uma educação financeira básica na infância? Já te instruíram sobre algum conceito econômico, seja qual for, por mais simples que seja?

Estamos acorrentados em ciclos econômicos baseado em conceitos falhos e restrição da capacidade cognitiva ao longo de séculos, pela simples falta de instrução e “preguiça mental” em analisar conceitos econômicos tão básicos.

A Economia, ao meu ponto de vista, é simplesmente a Ciência Social mais adequada capaz de resumir toda a complexidade ideológica, comportamental e psicológica do indivíduo. Essa ciência parte da necessidade individual, experiências passadas e desejos futuros. Devemos analisar a macroeconomia como indivíduos unitários que compõem sociedades, nações e governos. Cada um inserido em contextos diferentes que buscam um único propósito: realizações de desejos e sonhos acompanhado da liberdade econômica, independente da classe social já introduzida.

TEORIA DO CUSTO DE OPORTUNIDADE

O ser humano se tornou uma máquina incontrolável em busca do sucesso e satisfação social que se exige e se compara automaticamente com o círculo em que habita, sempre procurando a ascendência econômica e social capaz de suprir a anterior. Essa caçada incessante pelo “tesouro” imediato se torna a principal fraqueza, pois o indivíduo se torna frágil às suas próprias tentações psicológicas, incontroláveis, ilógicas e irracionais perante a matemática simples relacionadas ganhos, custos, prejuízos e endividamento, sempre comparando sua situação pessoal com referência no próximo.

Estatisticamente, pode-se tomar como base de análise, uma situação muito comum baseada em desejos irracionais.

“Se todos têm, eu também quero.”
“Se todos fazem, eu também faço.”
“Se todos vão, eu também vou.”

Não minta para você mesmo e admita que, pelo menos, alguma vez em sua vida já pensou em algumas dessas seguintes premissas. O ponto chave da questão é: Nossos comportamentos e atitudes diárias são baseadas em nosso convívio social. E atualmente se agravando de modo substancial pelas redes sociais, pois nossa visão “social” passou-se a abranger indivíduos distantes da nossa realidade – famosos, blogueiros, influenciadores digitais, familiares, amigos e até mesmo pessoas que já foram próximas em algum período de um passado distante -, trazendo à tona cada vez mais impulsivamente aos nossos desejos de ascendência socioeconômica individual.

“A construção da economia comportamental se dá pelos custos de oportunidade também denominada de custos de felicidade.”

Richard H. Thaler

Esse custo de felicidade é inversamente proporcional ao tempo de vida, descritivamente e normativamente, segundo os estudos de Thaler. Isso significa que, essencialmente, quanto maior o galgar rumo a perspectiva da aquisição de bens de consumo de alto custo – custo de oportunidade -, menor será o tempo e qualidade de vida restante do sujeito.

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