Economia Humana

“Todos os problemas econômicos estão interligados.”

CAPÍTULO 1. relações humanas

A ferocidade pela busca constante do conhecimento específico, ou abrangente, sobre alguma área, determina a capacidade da evolução humana em caráter individual ou coletiva. Podemos utilizar este conceito para concretizar qual o tipo de indivíduo, ou comunidade, se sobressai perante o outro – seja no campo econômico, psicológico, social, profissional, cultural e até político -.

Do ponto de vista econômico, é interessante ter uma observância da perspectiva humana do assunto. Todos os movimentos de mercado tem como principal objetivo – fato – a obtenção individual ou corporativa de lucros. Mesmo analisando a questão conjuntural que envolve: Moeda, taxa de juros, a volatilidade cambial e acionária, cálculos “mirabolantes”, fluxo monetário, fundamentos e balanços. A verdade é que: NENHUM indivíduo quer prejuízos.

Exatamente por este motivo, por mais que a economia seja taxada por números, porcentagens, gráficos, cotações e cálculos, sempre exigirá uma constante reflexão do contexto macroeconômico, político, raiz e inevitavelmente humano.

Compreende-se: Por mais exato – milimetricamente calculado – que seja os resultados dos ganhos, perdas, alvos de compra e venda, balanços precisos, governança responsável, previsões positivas/negativas dos mercados, margens líquidas, fluxo de caixa e listando mais uma centena de variáveis, sempre haverá o risco imensurável das relações humanas. Este sim, causará fortes impactos aos investidores ou especuladores.

CAPÍTULO 2. economia utópica

Apoiado no contexto exposto, pode-se afirmar que nenhuma economia é exata e liberal. Essa utopia fica claramente explicita quando nos aprofundamos no conceito do livre mercado, aberto, independente e autônomo. A afirmativa é comprovada quando refletimos sobre uma questão simples: “De onde vem o dinheiro?”. Os Bancos Centrais mundiais criam quantias exorbitantes, teoricamente apertando um botão.

A quantia de dinheiro criada é jorrada na economia de modo geral, sem qualquer lastreamento com algo de valor intrínseco. Exemplo: Ouro, Prata e Platina.
É simplesmente um pedaço de papel que tem capacidade de ser criado do “zero”, não contendo valor agregado a nenhum bem (móvel ou imóvel), produto ou commoditie (agrícola ou mineral). A simples postura da criação divina de uma moeda, exige imediatamente a regulação da mesma, acrescentando automaticamente diversas variáveis no contexto fiscal.

Para a construção do livre mercado, deve-se sempre libertar o indivíduo – consumidor, produtor, comerciante e negociante – e deixá-lo decidir sobre o futuro do seu business. O indivíduo é o principal agente da variação econômica entre oferta/demanda. Não cabendo ao Estado regular quaisquer movimentação sobre a moeda envolvida, pois subentende-se, que o próprio agente já a tenha precificado.

Todas as vezes que os Bancos Centrais injetam suas moedas de forma abrupta, eles interferem drasticamente no ciclo natural da economia, em grande parte, depreciando o valor das mesmas a longo prazo.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google photo

You are commenting using your Google account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s